terça-feira, 16 de junho de 2009




resume tudo.

domingo, 14 de junho de 2009



Under your spell again
I can't say no to you
Crave my heart and it's bleeding in your hand
I can't say no to you

Shouldn't have let you torture me so sweetly
Now I can't let go of this dream
I can't breathe but I feel

Good enough
I feel good enough for you

Drink up sweet decadence
I can't say no to you
And I've completely lost myself and I don't mind
I can't say no to you

Shouldn't have let you conquer me completely
Now I can't let go of this dream
Can't believe that I feel

Good enough
I feel good enough
It's been such a long time coming, but I feel good

And I'm still waiting for the rain to fall
Pour real life down on me
Cause I can't hold on to anything that's good
Enough
Am I good enough
For you to love me too?

So take care what you ask of me
Cause I can't say no

quinta-feira, 11 de junho de 2009

In the name of love

12 de junho é um marco histórico por vários motivos:
12 de junho de 1964 - Nelson Mandela é condenado à prisão perpétua
12 de junho de 1934 -Cuba adota uma nova constituição
12 de junho de 2000 -O ônibus da linha 174 é sequestrado por Sandro Barbosa do Nascimento
Enfim,12 de junho foi marcado por diversos acontecimentos históricos.
Ah é!Estava esquecendo:
12 de junho de 1935 -Fim da guerra do Chaco(BolíviaxParaguai)

Ok.
12 de junho -Dias dos Sadomazoquistas(digo,Namorados!)

O conceito "romance" mudou muito durante os tempos.
No passado(antes do Créu e a da novela das 8 existirem),o amor era muito valorizado.
Sentia-se em tamanho exagerado e era muitas vezes demonstrado através de cartas(descrevendo a tristeza pela distância graças à guerra ou alguma doença "mortal")ou canções.

Carta de Napoleão Bonaparte para Josefina:

“Não passo um dia sem te desejar, nem uma noite sem te apertar, nos meus braços; não tomo uma chávena de chá sem amaldiçoar a glória e a ambição que me mantêm afastado da vida da minha vida. No meio das mais sérias tarefas, enquanto percorro o campo à frente das tropas, só a minha adorada Josefina me ocupa o espírito e coração, absorvendo-o por completo o pensamento. Se me afasto de ti com a rapidez da torrente de Ródano, é para tornar a ver-te o mais cedo possível. Se me levanto a meio da noite para trabalhar, é no intuito de abreviar a tua vinda, minha amada.

E no entanto, na tua carta de 23, tratas-me na terceira pessoa, por Senhor! Que mazinha! Como pudeste escrever-me uma carta tão fria? E depois, entre 23 e 26 medeiam quase quatro dias: que andaste tu a fazer, porque não escreveste a teu marido?... Ah, minha amiga, aquele tratamento do “senhor” e os quatro dias de silêncio levam-me a recordar com saudade a minha antiga indiferença. (…) Isto é pior que todos os suplícios do Inferno. Se logo deixaste de me tratar por tu, que será então dentro de quinze dias?! Sinto uma profunda tristeza, e assusta-me verificar a que ponto está rendido o meu coração. Já me queres menos, um dia deixarás de me querer completamente; mas avisa-me, então. Saberei merecer a felicidade…

Adeus, mulher, tormento, felicidade, esperança da minha vida, que eu amo, que eu temo, que me inspira os sentimentos mais ternos e naturais, tanto como me provoca os ímpetos mais vulcânicos do que o trovão. Não te peço amor eterno nem fidelidade, apenas a verdade e uma franqueza sem limites. No dia em que disseres: “Quero-te menos”, será o último dia do amor. Se o meu coração atingisse a baixeza de poder continuar a amar sem ser amado, trincá-lo-ia com os dentes.

Josefina: lembra-te do que te disse algumas vezes: a natureza faz-me a alma forte e decidida. A ti, fez-te de rendas e de tule? Deixaste ou não de me querer? Perdão, amor da minha vida. A minha alma está neste momento dividida em várias direcções e combinações, e o coração, só em ti ocupado, enche-se de receios…
Enfada-me não te chamar pelo teu nome, mas espero que sejas tu a escrevê-lo.
Adeus. Ah, se me amas menos, é porque nunca me amaste. Tornar-me-ias então digno de lástima.


Napoleão

P.S. – A guerra este ano está irreconhecível. Mandei distribuir carne, pão, e forragens à minha cavalaria prestes a pôr-se em marcha. Os soldados patenteiam-me tal confiança que não tenho palavras para descrever-te. Só tu me causas desgostos. Só tu, alegria e tormento da minha vida. Um beijo aos teus filhos, de quem não me dás notícias. Ai, não! – levar-te-ia a escrever o dobro, e as visitas das dez da manhã não teriam o prazer de ter ver. Mulher!!!


Nos dias de hoje,esse conceito mudou.
É considerado romântico cederem um lugar no ônibus ou no metrô.
Trocamos poemas por sarcasmo.
Flores por uma cervejada no bar mais próximo.
Canções por Nx Zero.
Mas o sexo continua(nem sempre com o mesmo propósito mas enfim.).
Porém,devo deixar claro que não somos totalmente alérgicos à ele.
Amor vicia.
Mesmo que tenha durado 2 meses ou 4 anos.
Não importa.
Quando acaba,nos sentimos desprotegidos.Sozinhos.Começando do zero(apenas com nós mesmos e talvez um cachorro à tira colo).

Reclamamos muito do amor.
Dizemos que ele não serve para nada,que só nos faz sofrer, gastar dinheiro e que o sexo nem era tão bom assim.
Brigamos com nossos amados por motivos essenciais e de muita importância,como por que ele não ajudou a lavar a louça;por que ela usou mini saia para ir ao shopping;por que fulana deixou um scrap mandando "um bjão" no orkut dele;por que ela vive fuçando no orkut dele.
Vocês fazem a pazes mas semana que vem tem mais.

Idealizamos muito o amor.
E muitas vezes,o modelo "evito-de-qualquer-jeito" aparece e quem diria.
Aí estão vocês juntos.

Mas não importa.
Apesar dos pesares(e sim,o amor nos deixa meio clichê),continuamos com ele e em busca dele.
Sempre

É.
Acho que não somos tão alérgicos ao amor.
Só estamos muito desconfiados à respeito.

"In the name of love
One night in the name of love"





ps:Dedico esse post à todas pessoas apaixonadas pela vida,antes de tudo.Mas especialmente à minha amiga Gabriela,que sempre acredita no amor.
pps:carta de Napoleão para Josefina

quarta-feira, 10 de junho de 2009


alegria da casa!

Agora só falta você(Rita Lee)

Um belo dia resolvi mudar
E fazer tudo o que eu queria fazer
Me libertei daquela vida vulgar
Que eu levava estando junto a você
E em tudo que eu faço
Existe um porquê
Eu sei que eu nasci
Eu sei que eu nasci pra saber

E fui andando sem pensar em voltar
E sem ligar pro que me aconteceu
Um belo dia vou lhe telefonar
Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro
Eu sinto prazer
De ser quem eu sou
De estar onde estou
Agora só falta você, iê, iê
Agora só falta você, aaa...
Agora só falta você, iê, iê
Agora só falta você!

E fui andando sem pensar em voltar
E sem ligar pro que me aconteceu
Um belo dia vou lhe telefonar
Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro
Eu sinto prazer
De ser quem eu sou
De estar onde estou
Agora só falta você, iê, iê
Agora só falta você, aaa...
Agora só falta você, iê, iê

sábado, 6 de junho de 2009

Dance!





Sábado cheio de revelações.
Você se da conta que já sabia a resposta.
Só precisava que alguém(muito especial,diga-se de passagem)confirmasse isso.

Me cansei de lero-lero
Dá licença mas eu vou sair do sério
Quero mais saúde
Me cansei de escutar opiniões
De como ter um mundo melhor
Mas ninguém sai de cima
Nesse chove-não-molha
Só sei que agora
Eu vou é cuidar mais de mim!
Como vai, tudo bem
Apesar, contudo, todavia, mas, porém
As águas vão rolar
Não vou chorar
Se por acaso morrer do coração
É sinal que amei demais
Mas enquanto estou viva
Cheia de graça
Talvez ainda faça
Um monte de gente feliz!